Setembro é mês de (re)encontro para os irmãos motociclistas em Arcos. Na minha humilde opinião este é, sem dúvida, o melhor evento da cidade. O que se vê é uma galera tranquila, alegre e animada que por três dias muda o clima da praça da matriz. Rock'n'roll & o ronco dos motores fazem a trilha sonora. Pela segunda vez fotografei o encontro por conta própria, por paixão. A dificuldade nesse ensaio é característica do fotojornalismo: a instantaneidade. As cenas (principalmente as mais bacanas!) passam num segundo e se o fotógrafo demorar... perdeu! Eu particularmente fico tão ansiosa por captar o que vejo de interessante, que acabo tremendo. Aí o resultado é esse mesmo: fotos tremidas. Até conferir (e acertar!) o fotômetro, escolher o foco, ajeitar o quadro... iiih, o aperto de mão já foi dado, o cara já parou de dançar, o sorriso se desfez. Perder fotos assim já me fez pensar que fotojornalismo não é o meu forte. Mas sempre vale a pena tentar e as imagens que ficam boas confirmam isso:
Bandeiras ao vento: tradição nos encontros!
Nostalgia: fotos da edição 2008 do Encontro de Motociclistas
Vale a pena conhecer pessoas como esta! (Da Igreja - Ferozes do Asfalto)
2010 - Alguns (como eu!) a contemplar a cena.
Galera de Lavras: só gente boa!
Vale até pegar carona na foto alheia!
Paixão-herança.
"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez." Henri Cartier-Bresson
obs.: neste trecho, Cartier-Bresson ainda observa que não podemos revelar ou copiar uma memória. Para mim, é uma questão de interpretação: não se copia a memória, mas uma fotografia sim. E a fotografia é um instrumento que auxilia (e muito!) a memória. Enfim...
obs.: neste trecho, Cartier-Bresson ainda observa que não podemos revelar ou copiar uma memória. Para mim, é uma questão de interpretação: não se copia a memória, mas uma fotografia sim. E a fotografia é um instrumento que auxilia (e muito!) a memória. Enfim...
Vida longa aos motociclistas!
Até a próxima!
;)










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